Sábado, Junho 22, 2024
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Serviço de saúde satisfaz a Governadora do Niassa

EM VISITA DE MONITORIA A DIRECÇÃO PROVINCIAL DA SAÚDE NO NIASSA

Governadora Elina Judite Massengele, satisfeita com o bom desempenho da humanização dos serviços de saúde, porém, alerta à maior vigilância aos casos de desvio de medicamentos

Na prossecução das suas visitas de proteína e monitoria as instituições da competência do CEP, a Governadora do Niassa, Elina Judite Massengele, visitou no passado dia 22/4, a Direcção Províncial de Saúde.
Na visita, o Director Provincial de Saúde, Ramos Mboane, apresentou o informe, onde referiu que em 2020, foi registado um total de 9 casos de roubo e venda ilícita de medicamentos ao nível da Província do Niassa, com destaque para os distritos de Chimbunila, Mecanhelas, Mandimba e Sanga, envolvendo funcionários do Sistema Nacional de Saúde e outros elementos da comunidade.

Estes actos, de certa forma prejudicou ao Estado cerca 131.925,50 MT, contra 4 casos registados no ano 2019, abrangendo os Distritos de Cuamba e Lichinga, envolvendo igualmente funcionários do Sistema nacional de Saúde, com um prejuízo de 321.031,61 MT.

A Governadora do Niassa, Elina Judite Massengele, disse na ocasião que este fenómeno preocupa ao seu executivo
“Estamos preocupados com roubo de medicamentos principalmente nos distritos que fazem fronteira com outros países. Temos de redobrar esforços de vigilância para conter este fenômeno bastante lesivo ao Estado” – Inquietou-se a Governante.
Outrossim, Elina Massengele, mostrou-se satisfeita pelas informações patentes no informe, pese embora ter desafiado ao sector para a necessidade de, também, cumprir com a questão de rácio, entre (Medico, Unidade Sanitária, Enfermeiro, Utente), até no final do quinquénio.
“Naturalmente que nesse processo é preciso privilegiar a questão de formações de curta duração, (reciclagem) para também poupar os custos. Mas contudo, estamos satisfeitos ainda por saber que as crianças estão sendo vacinadas, incluindo os rastreios da mama” – Avançou a Massengele.
Ao terminar, a timoneira do Niassa, disse ainda que “gostaríamos não só diminuir o número de indicadores, mas também queremos humanizar os serviços de saúde”.

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